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IInterativa

Pode levar algum tempo para as marcas digerirem isso.
“Conteúdo é mídia”. Talvez pareça que a frase está trocada, de certa forma. Temos visto tanta proliferação de conteúdo que a vasta maioria de conteúdo criado (e patrocinado) por marcas não é muito mais do que um anúncio vagamente disfarçado de conteúdo (um lobo em pele de cordeiro, por assim dizer).
Mas, quando eu comecei a escrever sobre essa ideia de conteúdo ser mídia (por volta de 2014), ela foi tratada com uma grande dose de ceticismo. Muitos especialistas da indústria pensaram que era ir longe demais. Publicidade era uma colocação paga, enquanto o conteúdo era aquilo que tinha de ser merecido. A razão era simples:

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Um dos Apps para leitura em smartphones e tablets, chamado Aplicativo de Rede de Credenciados já está pronto e provavelmente estará disponível no início de 2016, sendo que todos virão na linha de funcionalidades ligadas ao autoatendimento, adianta Ana Paula Larini (FOTO), Gerente de TI da Fundação. Continue lendo


Sem dúvida, o ambiente virtual abre um leque inesgotável de possibilidades para as empresas que buscam desenvolver uma forma diferenciada e inovadora de atender seu público-alvo. O próprio e-commerce, por si só, já pode ser classificado como o prestador de serviços da nova era, na medida em que facilita a vida do consumidor em muitos aspectos. Nos momentos festivos, como Natal, é que essa característica fica mais evidente. O que seria das pessoas extremamente ocupadas se não existisse o comércio eletrônico para ajudá-las a escolher e a comprar presentes para familiares e amigos sem perder tempo e deixar de enfrentar os grandes congestionamentos e o custo de estacionamentos tão comuns nessa época do ano?  Ou então das pessoas fora dos grandes centros urbanos? Continue lendo


Uma nova pesquisa da Openxcell e da Portio Research aponta que aplicativos para smarthphones pularão de uma arrecadação de 20,4 bilhões de dólares neste ano para 63.5 bilhões de dólares em 2017. As mesmas empresas indicam que 82 bilhões de aplicativos terão sido baixados mundialmente em 2013. Em 2017, serão 200 bilhões de downloads.

Uma outra empresa, a Gartner prevê que o número de downloads em aplicativos pagos crescerá de 5% do total de downloads em 2011, para 30% em 2016, indicando que o mercado de desenvolvedores de aplicativos crescerá muito nos próximos anos. Os desenvolvedores estão se adaptando e inovando os meios de venda de seus produtos e serviços. Continue lendo


Estou no aeroporto, fechado por causa da neblina, à espera de que meu voo decole. O saguão de embarque está cheio, e há também famílias – incluindo idosos, bebês de colo e várias crianças de idades entre três e oito anos. Como entreter os pequenos diante de atrasos de mais de duas horas para qualquer voo? A resposta é bem fácil: com um tablet. Pais que se prezem hoje não viajam com crianças sem carregar o apetrecho entre os bichos de pelúcia, o travesseirinho favorito e o carrinho de estimação.

De um lado, os que defendem que o excesso de tecnologia (TV, computador, tablet, smartphone) em tenra idade pode transformar as crianças, que “desaprenderiam” o valor de brincar (especialmente com outras crianças) e de ser criativas com poucos recursos, além de estimulá-las a uma vida mais ao ar livre, praticando atividades físicas. De outro, pais hightech, que acreditam que a tecnologia faz parte da geração atual de bebês e que eles interagem de maneira instintiva com os equipamentos, ampliando sua visão de mundo desde muito novinhos, o que desenvolveria habilidades cognitivas. Continue lendo