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IInterativa

A computação ganhou status de ciência por volta de 1950. Desde então, pesquisadores vêm tentando inventar uma máquina capaz de pensar como o homem: aprender coisas e dar respostas. Neste momento, empresas como IBM e Qualcomm estão entrando numa nova fase da aventura cibernética. Elas estão confeccionando chips que reproduzem um cérebro, com sinapses e neurônios.

Esse campo recebeu o nome de computação neuromórfica. Tradicionalmente, chips são desenhados para executar cálculos e funcionam bem para qualquer coisa que possa ser traduzida em um problema numérico. Continue lendo


Na abertura da Copa, um paraplégico deu um chute numa bola de futebol utilizando um exosqueleto desenvolvido pela equipe do neurocientista brasileiro Prof. Miguel Nicolelis. Sem dúvida, um feito e tanto se pensarmos que o Prof. Nicolelis busca conectar diretamente os impulsos elétricos do cérebro, gerados a partir “de um desejo ou uma vontade” de mover as pernas e os pés com o real movimento destes membros. Continue lendo


A informatização dos exércitos cria desdobramentos imprevisíveis.

 

“Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.”

[1a Lei da Robótica]
Isaac Asimov (escritor e bioquímico norte-americano; 1920 – 1992)

Em 1942, no conto de ficção científica chamado Runaround, Isaac Asimov descreveu as três leis da robótica. Leis que, uma vez codificadas na memória dos robôs, garantiriam que estas máquinas não tomariam nenhum tipo de ação capaz de ferir ou matar um ser humano. Mas a realidade infelizmente nem sempre percorre os mesmos caminhos preconizados nos contos de ficção científica.

Pode parecer estranho num primeiro momento imaginar uma guerra sem soldados, mas diversos países tem aumentado significativamente seus investimentos em tecnologias capazes de promover combates à distância. Continue Lendo