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IInterativa

Em 1994, foi colocada no ar a De Digitale Stad (DDS) ou Cidade Digital de Amsterdã. O experimento tinha como objetivo estabelecer um diálogo entre a comunidade conectada em rede e o conselho municipal da cidade. Interessante que a DDS possuía as mesmas estruturas de uma cidade, isto é, cafés, praças, residências e claro, por se tratar de Amsterdã, um sex-shop. Em seis anos, a DDS já possuía mais de 140 mil “habitantes” que organizavam protestos, emitiam suas opiniões e votavam em propostas. Mais de 20 anos se passaram e, hoje, podemos exercer nossa liberdade de expressão por meio das redes sociais, de forma transparente e sem censura. Continue lendo


2014, ano que tecnologia drone ou VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) começa a ser utilizada comercialmente em diferentes áreas: agricultura, mineração, logística, segurança, esportes e… selfies aéreos. Tomem nota: o mercado global de drones é estimado em 2.5 bilhões de dólares, com crescimento anual de 15 a 20%. Ano do sucesso da ESA (European Space Agency) e seu módulo Philae, que saltou da sonda Rosetta para pousar no cometa Churyumov-Gerasimenko, distante milhões de quilômetros da Terra. Continue lendo


Duas das maiores redes sociais fizeram recentemente mudanças em seu layout. O Twitter ficou mais parecido com uma fanpage, o Facebook fez alguns ajustes aqui e ali. Se fossem pessoas, eu diria que foi uma aplicação de botox, uma plástica para corrigir linhas de expressão ou algo parecido. Facebook fez 10 anos, Twitter 8 e ambas as redes começam a dar sinais de cansaço. De fato, Facebook e Twitter estão enfrentando dois fenômenos aparentemente contraditórios, mas intimamente relacionados: inatividade e migração. Continue lendo


Faz algum tempo que a internet mudou. A Web 2.0, como ficou conhecida a nova onda de aplicativos, redes sociais e websites de conteúdo gerado pelos próprios usuários, alterou profundamente o cenário digital. Internautas passaram de simples consumidores de conteúdo a produtores, a geração “prosumer”. Continue lendo


Existe no mercado um profissional chamado “Arquiteto de Informação”. Cabe a ele, diante de um problema, fazer a leitura e análise das informações disponíveis, organizá-las e apresentá-las para usuários de um sistema.  Enquanto a arquitetura é a arte de projetar espaços organizados e criativos para abrigar os diferentes tipos de atividades humanas, o arquiteto de informação opera no nível dos códigos e símbolos do universo computacional, de forma a orientar a construção de espaços virtuais, facilitando o aprendizado e desenvolvimento das atividades dos usuários de um sistema. Continue Lendo