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Aprenda a programar de maneira divertida com a Hora do Código

As pessoas costumam dizer que programação é algo de extrema dificuldade. A Hora do Código está aí para desmistificar essa ideia e criar a oportunidade de pais, alunos e professores tenham uma introdução divertida à programação. Confira agora, no infográfico da Infobase Interativa, como essa iniciativa mostra que todos são capazes de programar: Continue lendo


Poucas figuras exercem um fascínio tão grande sobre o imaginário popular como a do maestro: poder, liderança, glamour e o fato de ser o foco das atenções são alguns dos elementos que muitos atribuem como intrínsecos a este metier. Esquecem-se das horas solitárias de abnegação e estudo, e do disputadíssimo e nem sempre ético mercado do show business da música de alta performance.

O maestro (aliás, maestro é título, sua função é regente ou diretor) é, antes de tudo, um músico. Estudou em profundidade pelo menos um instrumento, mas, normalmente, domina alguns deles, além de possuir profundo conhecimento da linguagem musical em suas abordagens teóricas e práticas. Continue lendo


Rótulos. Alguns dizem que são um “mal necessário” da contemporaneidade, buscando “taguear” e “hashtaguear” tudo e todos por pura comodidade, outros dizem que o mercado exige nomes rápidos e fáceis para justificar a rápida aceitação de novos produtos, serviços e tecnologias. Neste cenário, alguns rótulos são inofensivos, mas outros prestam um desserviço ao entendimento dos conceitos que eles tentam representar. É o caso da tão difundida divisão da Web em 1.0, 2.0 e 3.0!

Dizia-se que a WEB 1.0 era a web unidirecional, contexto em que usuários eram consumidores receptores. Depois, veio a WEB 2.0, termo largamente difundido pela O’Reilly que retratava a WEB como uma plataforma colaborativa em constante atualização (Beta Eterno), ou simplificando, a WEB das wikis, dos blogs, das redes sociais e do conteúdo produzido pelo usuário / consumidor (UGC – User-Generated Content). E só depois, finalmente chegaríamos, por volta de 2010, na WEB 3.0: A tão sonhada Web Semântica. Continue lendo