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IInterativa

As redes sociais são responsáveis por uma avalanche de dados pessoais “não estruturados”, são ações e conversações online, distante da lógica formal dos sistemas de relacionamento, tais como CRMs. Estes dados representam a base do Big Data. Mas sempre é possível ir além.

Uma nova e fascinante área de pesquisa e aplicações está surgindo a partir de gadgets capazes de capturar e monitorar nosso estado fisiológico. São sensores que, uma vez “aplicados” em nosso corpo, podem capturar diferentes tipos de reação do nosso organismo, do suor a pulsação cardíaca, das ondas cerebrais ao nosso consumo diário de calorias. Continue lendo


Qualquer criança me desperta dois sentimentos: ternura pelo que ela é e respeito pelo que poderá vir a ser.
Louis Pasteur ( Químico e Microbiologista francês, 1822 – 1895) 

 

Me preocupa ver crianças acessando a internet.  Antes porém de estabelecer meus argumentos é preciso avisar os “tecno-deslumbrados” de plantão que este artigo não representa nenhum manifesto contra o uso das tecnologias digitais pelas crianças, ao contrário considero estimulante ver o quanto Pcs, tablets e gadgets podem servir de suporte para educação e cultura, mas vivemos um tempo em que tecnologias chegam até nós cercadas de excessivo glamour e marketing, escondendo certos aspectos negativos e até mesmo perigosos. Colocar uma criança diante de um computador desconectado da internet, com softwares apropriados para sua idade e desenvolvimento é bem diferente de deixá-la navegar livre e solta na rede mundial. A diferença é imensa, algo como observar um aquário versus um mergulho em alto mar. Hoje, e cada vez mais, computadores, notebooks, tablets estão mais próximos do conceito de “terminal machines”. A informação reside na nuvem, softwares e aplicativos estão hospedados em servidores remotos e com o advento das redes sociais, a comunicação virtualizou-se por completo, a tal ponto que, muitos jovens (e também crianças) estão se relacionando com pessoas com as quais nunca tiveram um contato pessoal. Estranho? Talvez, mas trata-se de uma realidade estabelecida a qual não tem volta. Neste artigo entretanto, descrevo o que chamo de “iniciação digital precoce”, a qual deve ser na minha opinião evitada a todo custo, para que as crianças venham a se tornar adolescentes equilibrados, com uma melhor capacidade de discernimento entre bem e mal e com mais segurança para emitir suas próprias opiniões. Continue lendo