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IInterativa

O conceito de direção de arte ganhou grande importância nos EUA a partir dos anos 40, fruto da necessidade da publicidade e do cinema de representar o “american way of life“. Cada detalhe era exagerado em sua carga simbólica na busca de exteriorizar a imagem da perfeição e da supremacia pretendidas pelos americanos.

Um bom exemplo deste princípio estético e político que permeava o processo de criação e produção é esta cena do filme  The Milkman (“O leiteiro”) de 1950, protagonizada por Donald O’Connor, que interpreta a canção The Early Morning Song (“A Canção do Amanhecer”). Continue lendo


Muitos editores se assustam em ouvir falar de HTML5, pois, imaginando complexos códigos e estruturas ininteligíveis, alegam:

– Não sou programador para saber HTML5 !

Correto ! Não é e nem precisa ser, porque HTML5 não é uma linguagem de programação – é uma linguagem de marcação. No HTML5, e nas demais versões anteriores a esta, os elementos de conteúdo são marcados no texto.

Corpo, título, subtítulo, parágrafo, quebra de linha, citação, artigo, rodapé, imagem – se esta nomenclatura e esta semântica não são familiares para um editor, para quem mais serão? É a partir delas que se estrutura um documento HTML5! Continue lendo


“ePUB3 : A fronteira final. Estas são as viagens da revolução digital, prosseguindo em sua missão de explorar novos mundos, procurar novos formatos editoriais, novos leitores e novos mercados, para audaciosamente ir aonde ninguém jamais esteve. .”

Em um mercado onde inúmeros players brigam pela primazia de estabelecer novos formatos e novas soluções, aqueles baseados em padrões abertos, interoperáveis e modulares ganham força para se afirmarem como referência. Esse é o caso do ePUB3, a fronteira final da multimídia e da interatividade nos livros digitais.
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