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Infográfico – Lives em tempos de quarentena

Em meio ao frenesi causado pelo isolamento social e as medidas de prevenção contra o Coronavírus, o consumo de conteúdo sofreu um drástico aumento. Dentre as tendências estão as lives (transmissões ao vivo), que têm movimentado e animado a rotina de muitos usuários durante a quarentena.

O Brasil bate pico de tráfego na internet, mas será que a infraestrutura da rede está preparada? Quais são as novas oportunidades oferecidas por este fenômeno? Afinal, as lives vieram para ficar? Confira neste infográfico!

Infográfico – Lives em tempos de quarentena

Dado o grande volume de pessoas em home office, EAD, ou apenas querendo um tempinho para conversar com os amigos, os aplicativos de bate-papo por vídeo e conferência on-line experimentam um crescimento explosivo.

AUMENTO DO CONSUMO DE INTERNET NO BRASIL

  • Janeiro – entre 8.000 e 10.000 SIMET*
  • Fevereiro – entre 12.000 e 13.000 SIMET

A partir do dia 19/03 as medidas de distanciamento social começaram a ficar mais intensas no Brasil.

  • Março – entre 16.000 e 28.000 SIMET
  • Abril – ente 18.000 e 23.000 SIMET

*SIMET – sistema de aferição de qualidade de Internet pelos usuários finais.

Total de medições e suas variações no Brasil em meio à pandemia do coronavírus

Período de fevereiro a março 2020 (Fonte: Simet)

Em meio à crise do coronavírus, o volume de dados chegou a 10 terabytes por segundo.

Enquanto as operadoras pedem uso responsável, especialistas afirmam que aumento da demanda pode ser suportado.

Com ou sem coronavírus, o tráfego de rede cresce de 20% a 30% por ano.

CONSUMO DE LIVES POR GERAÇÃO

Já vimos que o gênero influencia no consumo de conteúdo, mas e a geração?

  • Millenials: 30% dizem que estão consumindo ou aumentaram o consumo durante a quarentena
  • Geração X: 21% dizem que estão consumindo ou aumentaram o consumo durante a quarentena
  • Geração Z: 17% dizem que estão consumindo ou aumentaram o consumo durante a quarentena
  • Boomer: 9% dizem que estão consumindo ou aumentaram o consumo durante a quarentena

Livestreams e podcasts são mais populares entre os millennials do que as outras gerações.

LIVES COMO VOCÊ NUNCA VIU

A quarentena impulsionou o consumo de vídeo em caráter ao vivo, o que era mais comumente usado em situações especiais. Com isso, as marcas e artistas aproveitam a oportunidade para explorarem os desejos das pessoas de envolvimento direto com os famosos e transmissões ao vivo.

  • Crescimento: 19% nas transmissões ao vivo pelo Youtube no fim do março – quase 3,5 bilhões de minutos de conteúdo por dia
  • Audiência: 10 a 20x maior em relação a dos vídeos gravados
  • Recorde: 8 milhões é o número de pessoas que já chegaram a assistir uma live simultaneamente (em 2012, com o salto de Felix Baumgartner da estratosfera)

Os artistas e bandas de música devem envolver diretamente seu público

  • Marília Mendonça – 3,3 milhões de acessos simultâneos
  • Jorge e Mateus – 3,1 milhões de acessos simultâneos
  • Andrea Bocelli – 2,8 milhões de acessos simultâneos
  • Gusttavo Lima – 2,7 milhões de acessos simultâneos
  • Sandy&Júnior – 2,5 milhões de acessos simultâneos
  • Zé Neto e Cristiano – 1,9 milhões de acessos simultâneos

Resumo

Para manter a qualidade do serviço, recomendações mais duras já estão sendo adotadas por todo o mundo. Empresas de streaming como Netflix, YouTube e Amazon Prime – começaram a reduzir a qualidade de suas transmissões, a fim de não sobrecarregar as redes e não afetar sua audiência com falhas.

Relevantes ou não, as lives são a forma encontrada para que as pessoas mantenham o contato social em dia e as marcas, por sua vez, veem nessa janela uma oportunidade de continuarem a divulgar seus produtos e serviços.

FONTES

Coronavirus Research Report April 2020, Consultoria Forrester, IBM, Global Web Index, Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), Tubular Labs.

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