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O futuro da realidade virtual

As tecnologias de realidade virtual surgiram a pouco tempo, e, embora não tenham entregado, ainda, a realidade ultra futurista que tanto esperamos, sua adesão ao mercado foi considerável, e seu potencial ainda é muito grande.

 

 

O futuro da realidade virtual

As tecnologias de realidade virtual surgiram a pouco tempo, e, embora não tenham entregado, ainda, a realidade ultra futurista que tanto esperamos, sua adesão ao mercado foi considerável, e seu potencial ainda é muito grande.

Evolução do mercado

Receita global das tecnologias de realidade virtual

  • 2019 – US$ 4,9 bilhões
  • 2020 -US$ 3,8 bilhões
  • 2021 -US$ 4,8 bilhões
  • 2022 -US$ 6,7 bilhões
  • 2023 -US$ 9,1 bilhões
  • 2024 -US$ 12,1 bilhões

Gastos de consumidores – 66,7%

Gastos de empresas – 33,3%

(essa é a divisão do valor referente a 2024)

19,6% de crescimento anual

entre 2019 e 2024

Unidades de headsets de realidade virtual vendidos:

  • 2019 – 5,41 milhões
  • 2020 – 4,93 milhões
  • 2021 – 6,10 milhões
  • 2022 – 8,52 milhões
  • 2023 – 11,20 milhões
  • 2024 – 14,31 milhões

Principais usos da realidade virtual

Share de mercado entre os setores em 2019:

  • Aeroespacial e defesa – 6%
  • Comercial – 53,5%
  • Consumidor – 31,5%
  • Empresas – 4%
  • Sistema de saúde – 4%
  • Outros – 1%

Aplicações da tecnologia:

Educação e treinamento

Com a capacidade de criar diversos tipos de simulações, os aparelhos de realidade virtual possuem um grande potencial no setor de ensino e treinamento, desde escolas, grandes empresas e faculdades de medicina, até o exército.

Entretenimento

Os videogames são o meio em que a realidade virtual mais se destaca, devido a capacidade de transportar os usuários a diversos universos diferentes e oferecer infinitas experiências.

Industria e trabalho

A mudança súbita para o home office trouxe muitas dificuldades para as empresas e grandes equipes, porém, já existem alternativas, como a plataforma Spatial, uma espécie de Zoom em realidade virtual que já registrou um aumento de 1000% em seu uso desde março de 2020.

Socialização

Já existem plataformas como o VR Chat, em que pessoas podem se encontrar em um mundo virtual para conversar umas com as outras, além do Horizon, plataforma anunciada pelo Facebook que permitirá que usuários conversem, joguem e interajam em diferentes mundos virtuais.

“A realidade virtual avançou muito em segmentos específicos como os de jogos, educação e treinamento. Mas ainda não conquistou o público geral. Precisa ficar mais barata, ampliar a oferta de conteúdo e melhorar a experiência do usuário. Tecnologias adicionais, envolvendo outros sentidos – principalmente a audição e o tato – vão ajudar a criar um ambiente mais imersivo”.

Rafael Coimbra

Quem são os maiores players?

Sony – PlayStation VR

Microsoft – HoloLens

Facebook – Oculus Rift

Oculus Quest

Samsung – Gear VR

Google – Daydream View

Google – Cardboard

O que esperar do futuro

Não há dúvida que os óculos de realidade virtual possuam uma adesão muito grande nas casas e videogames, mas a cada dia, novas formas de usar essa tecnologia se mostram mais relevantes, como nas escolas e universidades, museus, hospitais e grandes empresas, não só para promover experiências únicas e imersivas, mas também formas de aprendizado melhores.

Soft Skills X Hard Skills

Você sabe o que são soft skills e hard skills? Elas compõem o conjunto de conhecimentos e habilidades que uma pessoa possui e é o que, normalmente, empresas avaliam em seus processos seletivos.

Entenda as diferenças desses dois tipos de conhecimento e o destaque que soft skills possuem hoje, em nosso infográfico!

   


Soft Skills Vs Hard Skills

Equipes de recrutamento e profissionais de RH discutem muito sobre soft skills ao contratar novos funcionários para a empresa. Junto com as hard skills, elas representam o conjunto de habilidades e conhecimentos de um indivíduo. Hoje em dia, as necessidades que as empresas possuem são cada vez mais diversas, e por isso, entender cada uma dessas habilidades é tão importante.

Quais são as diferenças?

Soft Skills

Subjetivas, difíceis de serem repassadas e comportamentais

Ex: Comunicação, inteligência emocional e flexibilidade

Hard Skills

Concretas, quantificáveis e de aprendizado técnico.

Ex: Marketing digital, programação e copywriting

A importância das soft skills

De acordo com dados da pesquisa Global Talent Trends do LinkedIn:

80% dos líderes de empresas

disseram que soft skills são cada vez mais importantes para o sucesso da empresa

92% disseram que soft skills importam tanto quanto, ou até mais, que hard skills

É mais importante contratar pessoas por suas:

Soft Skills – 30%

Soft e Hard Skills – 62%

Hard Skills – 8%

Contratações ruins são devido à falta de:

Soft Skills – 45%

Soft e Hard Skills – 44%

Hard Skills – 11 %

O Brasil e o México são os países com mais profissionais de recrutamento que dizem acreditar na importância das soft skills para o futuro do trabalho e do RH.

México – 96%

Brasil – 95%

Que habilidades se destacam para 2021?

De acordo com a pesquisa de tendências de contratação, realizada pela Robert Half, essas são as soft skills mais relevantes para 2021:

Pensamento estratégico

Adaptabilidade

Comunicação

Agilidade

Inovação

O futuro das contratações

À medida que as necessidades das empresas começam a variar, os esforços e o foco de contratações também. Hoje em dia, o sucesso das empresas está muito relacionado a qualidade do trabalho de seus funcionários, não apenas em questão de conhecimentos técnicos, mas de habilidades mais subjetivas, como criatividade, liderança e adaptabilidade, que tendem a trazer muito mais benefícios.


Referências

LinkedIn Global Talent Trends 2019

Robert Half – tendências de soft skills para 2021

Infográfico dos infográficos 2020

Toda semana, procuramos traduzir em números as principais tendências da tecnologia, do marketing e da transformação digital. Nossos infográficos buscam manter nossos leitores atualizados, trazendo análises completas sobre os temas desse universo.

Hoje, você confere o Infográfico dos Infográficos – com dados sobre os conteúdos que mais se destacaram ao longo de 2020!

   

   

Infográfico dos infográficos 2020

Em 2020, o mundo foi pego de surpresa por uma pandemia que trouxe transformações consideráveis em diversos aspectos da sociedade, seja na tecnologia, marketing, comportamento ou transformação digital. Saiba quais foram os destaques do ano no infográfico dos infográficos 2020!

Total de infográficos

2020 ———————— 51

Geral ———————– 344 + 51 = 395

Os mais acessados

1° – Shopstreaming: O novo modelo de e-commerce

( referência: https://infobase.com.br/shopstreaming-o-novo-modelo-de-e-commerce/ )

2° – Mulheres a tecnologia

( referência: https://infobase.com.br/infografico-mulheres-na-tecnologia/ )

3° – TikTok: a vez dos millennials

( referência: https://infobase.com.br/infografico-tiktok-vez-dos-millennials/ )

4° – Geração Z e consumo

( referência: https://infobase.com.br/infografico-geracao-consumo/ )

5° – 5 Vezes que o MIT Mudou o Mundo

( referência: https://infobase.com.br/5-vezes-que-o-mit-mudou-o-mundo/ )

6° – Data-driven marketing: o uso do Big Data nas estratégias de marketing

( referência: https://infobase.com.br/data-driven-marketing-o-uso-do-big-data-nas-estrategias-de-marketing/ )

7° – O potencial das redes sociais em tempos de crise

( referência: https://infobase.com.br/infografico-potencial-das-redes-sociais-em-tempos-de-crise/ )

8° – As tendências de marketing para 2020

( referência: https://infobase.com.br/infografico-tendencias-de-marketing-para-2020/ )

9° – Webdates em tempos de distanciamento social

( referência: https://infobase.com.br/infografico-webdates-em-tempos-de-distanciamento-social/ )

10° – O Poder dos Nanoinfluenciadores

( referência: https://infobase.com.br/infografico-poder-dos-nanoinfluenciadores/ )

Principais temas de 2020

1° Tecnologia e transformação digital (22 infográficos relacionados)

2° Marketing digital e social media (10 infográficos relacionados)

3° Sociedade e comportamento (9 infográficos relacionados)

3° Impactos do Coronavírus (9 infográficos relacionados)

3° Economia e varejo (9 infográficos relacionados)

Mudanças no dia a dia

Em 2020, não há como negar, que a crise do coronavírus foi um dos eventos mais marcantes do ano, com diversas consequências, o que garantiu o terceiro lugar entre os principais temas. Não só isso, falamos de mais temas relacionados à sociedade e comportamento, e economia e varejo, consequências diretas da crise e dos impactos na economia e no dia a dia das pessoas.

Bitcoin: valorização 2020

As criptomoedas já são uma aposta promissora há alguns anos, e depois do último halving, em maio desse ano, a valorização aumentou consideravelmente e grandes players do mercado já estão embarcando nesse investimento.

Veja nosso infográfico sobre o desempenho do Bitcoin esse ano e entenda o que está por vir para ela!

 

 

Bitcoin: valorização 2020

Após o seu terceiro halving, em maio desse ano, o Bitcoin teve uma valorização considerável, mesmo durante a pandemia, enquanto ações de grandes empresas e outros ativos não apresentaram um desempenho tão bom. Essa situação aponta para grandes vantagens da criptomoeda no futuro.

Histórico de valores

R$ 69,9 mil R$ 20,5 mil R$ 117,9 mil

2017 Março 2020 Dezembro 2020

(17/12 – 16:00)

500% de rendimento em 2020

Bitcoin X Ações

Valorização de R$ 1000,00 reais de investimento em 2020

(comparando os meses de janeiro e setembro)

Bitcoin (BTC): R$ 660,20 ———————- 66,02%

Facebook (FB): R$ 238,90 ——————– 23,89%

Apple (AAPL): R$ 505,00 ———————- 50,50%

Amazon (AMZN): R$ 666,10 —————— 66,61%

Porque investir em Bitcoin agora?

De acordo com André Franco, expert em criptomoedas na Empiricus, uma nova onda de valorização da criptomoeda pode chegar em breve, e esses foram os principais motivos:

Investidores institucionais

Após os resultados que o Bitcoin entregou a partir do mês de maio, diversos bancos e empresas começaram a fazer suas alocações na criptomoeda.

O volume de dinheiro que eles têm para investir pode provocar, tranquilamente, uma valorização de até 10 vezes no próximo pico.

Novo ciclo de alta

O Bitcoin está em uma onda de valorização desde o seu primeiro halving em 2012, e uma valorização considerável até o quarto halving de 2024 é muito provável.

1° ao 2° Halving – + 8.438%

2° ao 3° Halving – + 2.875%

3° ao 4° Halving – + ???

Bitcoin cada vez mais escassa

A produção do Bitcoin é reduzida a cada halving, e no último passou a ser apenas 6,25 a cada dez minutos. Naturalmente, a escassez cada vez maior da criptomoeda faz seu valor subir consideravelmente no mercado.

Pouco a perder, muito a ganhar

De acordo com André Franco, o risco de perda é de até 100% do valor investido, porém, os ganhos podem ser muito mais expressivos, e já são mais vantajosos do que o mercado de ações.

Grandes players entrando no jogo

  • PayPal
  • Amazon
  • Facebook
  • Google
  • HSBC
  • IBM

O que vem por aí?

Em períodos de grande incerteza política, econômica ou social, como é o caso atual, os investimentos tendem a se tornar mais conservadores e a valorização dos ativos diminui, porém, esse não é o caso do Bitcoin. Considerando o seu histórico de crescimento e o recente interesse de grandes empresas privadas na moeda, o futuro para ela parece promissor.


Referências

Valor Investe Globo

https://valorinveste.globo.com/mercados/cripto/noticia/2020/10/21/bitcoin-supera-r-70-mil-e-bate-recorde-de-preco-em-reais-apos-paypal-anunciar-adocao.ghtml

Infomoney

Bitcoin disputa com ouro categoria de porto seguro em pandemia

Seu Dinheiro

https://www.seudinheiro.com/2020/patrocinado/empiricus/o-bitcoin-supera-us-20-mil-e-pode-se-multiplicar-em-ate-5-vezes-em-2021-pegue-aqui-seu-lote-gratuito-e-prepare-se/

Terraço econômico

https://terracoeconomico.com.br/bitcoin-vs-acoes-comparando-movimentacoes-e-caracteristicas-de-precos/

Black Friday 2020

O ano de 2020 ficou marcado pelo surgimento da pandemia e a crise subsequente. O varejo não ficou de fora, e a Black Friday foi fortemente afetada, porém, não necessariamente, de forma negativa.

Confira as principais mudanças na Black Friday de 2020, em nosso infográfico!

   

   

Black Friday 2020:

A Black Friday é um dos períodos mais importantes do ano para o varejo, em que lojas fazem grandes promoções e, normalmente, a demanda está em alta. Porém, esse ano, a pandemia trouxe uma situação sem precedentes, que afetou as compras feitas fisicamente, mas abriu espaço para o e-commerce se destacar.

O que mudou?

Faturamento nos primeiros dois dias:

R$ 5,1 bilhões (em 2020) ^ 31% em comparação ao ano anterior

R$ 3,9 bilhões (em 2019)

Faturamento total:

R$ 7,72 bilhões (em 2020) ^ 27% em comparação ao ano anterior

R$ 6,04 bilhões (em 2019)

Quantidade de pedidos totais:

13,01 milhões (em 2020) ^ 21,9% em comparação ao ano anterior

10,68 milhões (em 2019)

Ticket médio:

R$ 592,85 (em 2020) ^ 4,7% em comparação ao ano anterior

R$ 566,05 (em 2019)

Varejo físico x E-commerce

As vendas do varejo, no geral, diminuíram em 10%

Porém, as vendas no e-commerce cresceram 31,8%

Quem está comprando

Gênero

Homens Mulheres

43,3% 56,7%

Faixa etária

Até 25 anos ———————– 13,4%

Entre 26 e 35 ——————— 34,1%

Entre 36 e 50 ——————— 36,9%

Acima de 51 ———————- 18,6%

585,45 mil novos compradores

Tipos de produtos mais procurados

1° Moda e acessórios

2 ° Beleza, perfumaria e saúde

3° Artigos para casa

4° Entretenimento

5° Eletrodomésticos e ventilação

Os resultados da pandemia

Embora a pandemia tenha causado um impacto muito grande no varejo como um todo, a mudança de hábito que a população enfrentou para se adaptar à nova realidade, aumentaram consideravelmente a adoção do e-commerce como principal plataforma de compra, o que garantiu resultados muito positivos ao varejo, em relação ao ano anterior.

Dossiê: Indra Nooyi

Indra Nooyi é uma executiva indiana-americana, com um histórico muito rico em diversas empresas, com destaque pela sua gestão da PepsiCo e os resultados que trouxe para a receita da companhia.

Conheça mais sobre uma das maiores CEOs do mundo em nosso infográfico!

 

 

Dossiê: Indra Nooyi

Nascida na Índia, Indra Nooyi foi presidente da PepsiCo, uma das maiores empresas alimentícias do mundo, e foi uma das peças fundamentais em sua reestruturação. É considerada uma das mulheres mais importantes do mundo e está entre os melhores CEOs.

Formação

Bacharelado em química, física e matemática

Madras Christian College

1976

Mestrado em Administração

Indian Institute of Management

1978

Mestrado em Administração Pública e Privada

Yale School of Management

1980

Trajetória profissional

Johnson & Johnson

Gerente de produtos

(1977 – 1978)

The Boston Counsulting Group

Consultora de estratégia corporativa

(1980 – 1986)

Motorola

Vice presidente e diretora de estratégia corporativa

(1986 – 1990)

PepsiCo

Vice-presidente Sênior de Planejamento Estratégico

(1994 – 1996)

Chief Financial Officer – CFO

(2001 – 2006)

Chief Executive Officer – CEO

(2006 – 2018)

Conselho Administrativo

(2018 – 2019)

Amazon

Conselho Administrativo

(2019 – atual)

Conquistas na Pepsico

Indra Nooyi foi peça fundamental para liderar a reestruturação da PepsiCo, que garantiu a aquisição de outras empresas, como Yum!, Tropicana, Quaker Oats Company e Gatorade, e aumentou o seu lucro em bilhões de dólares.

Durante a sua liderança, a PepsiCo quase dobrou a receita.

De US$ 35 bilhões em 2006 81,4% de crescimento

para US$ 63.5 bilhões em 2017 (+ US$ 28.5 bilhões)

Títulos e reconhecimento

Nooyi foi apontada várias vezes como uma das pessoas mais influentes do mundo e entre os melhores CEOs, indicada por veículos como Forbes, Wall Street Journal, Times e Fortune. Durante a carreira, ela também colecionou várias honrarias acadêmicas, em mais de uma dezena de instituições, como New York University, Miami University e Duke University.


Referências

Forbes

https://www.forbes.com/profile/indra-nooyi/?sh=55b52a6e5d6f

Suno

https://www.sunoresearch.com.br/tudo-sobre/indra-nooyi/

Britannica

https://www.britannica.com/biography/Indra-Nooyi

Indra’s personal LinkedIn Account

https://www.linkedin.com/in/indranooyi/

Personas virtuais: o novo mercado de influência

No futuro, talvez não tenhamos mais tantos influenciadores e grandes personalidades da internet, como temos hoje. As marcas estão descobrindo como criar seus próprios influenciadores.

Leia nosso infográfico para saber mais sobre essa nova tendência!

   

 

Personas virtuais: o novo mercado de influência

À medida que o mercado de influenciadores cresce e as tecnologias de computação gráfica se tornam melhores e mais acessíveis, marcas começam a investir na criação de seus próprios influenciadores virtuais para defender sua marca e interagir com o público.

O mercado de influenciadores

A busca pelo termo “marketing de influenciadores”

cresceu 1500% nos últimos 3 anos

Investimentos na indústria de marketing de influenciadores:

  • 2019 – US$ 8 bilhões
  • 2022 – US$ 15 bilhões

Plataformas que mais atraem marcas para trabalhar com influenciadores

  • Instagram – 79%
  • Facebook – 46%
  • YouTube – 36%
  • Twitter – 24%
  • LinkedIn – 12%

Quem são os influenciadores virtuais?

Os mais populares são:

Lil Miquela …………………………. 2,8 milhões de seguidores

(Estados Unidos)

Guggimon …………………………. 1,4 milhões de seguidores

(Estados Unidos)

Noonoouri …………………………. 368 mil seguidores

(França)

Imma ………………………………… 330 mil seguidores

(Japão)

Bermudaisbae ……………………. 287 mil seguidores

(Estados Unidos)

Audiências de influenciadores virtuais por país:

  • Estados Unidos – 23%
  • Brasil – 9%
  • Rússia – 5%
  • Turquia – 3%
  • Itália – 2%
  • Japão – 1,6%

Perfil da audiência por gênero e idade:

Mulheres de 18 a 24 anos – 32,1%

Geração Z de 13 a 17 anos – 11,2%

Engajamento

Influenciadores virtuais geram 3 X mais engajamento do que influenciadores reais

Influenciadores reais devem fazer 4 X mais posts para conseguir o mesmo número de seguidores

70% dos influenciadores registraram fluxo positivo de novos seguidores nos últimos meses

Influenciadores virtuais brasileiros

No Brasil, mega influenciadores faturam até R$ 500 mil por mês, com posts, stories e vídeos. Apesar da presença de avatares famosos como a assistente Lu, da Magazine Luiza, e o CB, das Casas Bahia, no país, ainda não foram desenvolvidos muitos influenciadores virtuais realistas

Lu – Magazine Luiza

4,4 milhões de seguidores no Instagram

CB – Casas Bahia

2,1 milhões de seguidores no Instagram

Vic Kalli se declara “a primeira influenciadora 100% digital brasileira”, nasceu no Instagram no início de 2019, estrelando um ensaio para a revista L’Officiel Brasil.

15,8 mil seguidores no Instagram

As novas celebridades

Com a diminuição do custo de ferramentas de criação e modelagem 3D, marcas farão cada vez mais uso de influenciadores virtuais para promoverem seus produtos e serviços, até que essas personas se tornem algo comum no mundo virtual, mas com grande influência no mundo real, talvez até mais influência do que grandes celebridades de verdade.


Referências

HypeAuditor

https://hypeauditor.com/blog/the-top-instagram-virtual-influencers-in-2019/#number

Bloomberg

https://www.bloomberg.com/news/features/2020-10-29/lil-miquela-lol-s-seraphine-virtual-influencers-make-more-real-money-than-ever

Influencer Marketing Hub

https://influencermarketinghub.com/influencer-marketing-benchmark-report-2020/

Micro Mobilidade: O futuro da locomoção urbana

Empresas de micro mobilidade enfrentarão muitos desafios, assim como toda indústria emergente. Aquelas que sobreviverem se beneficiarão de um mercado multibilionário, ao oferecer soluções viáveis e mais verdes de transporte, nos centros urbanos. Embora a crise da Covid-19 tenha atrasado esse desenvolvimento, uma nova demanda por transportes individuais e abertos pode reacender essa indústria, em um futuro próximo.

 

 

Micro Mobilidade: O futuro da locomoção urbana

Com o crescimento da população, se locomover se torna um desafio cada vez maior nos grandes centros urbanos, mas novas soluções de transporte para curtas distâncias podem facilitar consideravelmente essa dinâmica.

Porque micro mobilidade?

Até 2050, mais 2.5 bilhões de pessoas irão residir em áreas urbanas

Nos EUA, a maioria das viagens ou passeios feitos pelas pessoas se encaixa na categoria micro mobilidade.

Curtas distâncias (0 a 8 Km) – 60% Bicicletas e patinetes

Médias distâncias (8 a 24 Km) – 25% Aplicativos de carona

Longas distâncias (+24 Km) – 15% Aluguel de carros

O mercado de micro mobilidade global poderá aumentar de

US$ 300 bilhões a US$ 500 bilhões até 2030

Estados Unidos – 60% – US$ 200 bilhões a US$ 300 bilhões

Europa – 30% – US$ 100 bilhões a US$ 150 bilhões

China – 10% – US$ 30 bilhões a US$ 50 bilhões

Efeitos do coronavírus

Embora os efeitos iniciais da crise tenham sido muito negativos, as pessoas estão começando a retornar para suas rotinas normais, e as plataformas estão apontando esse retorno em seus números e resultados.

Lime registra aumento de 14% em número de viagens comparado ao período anterior à pandemia.

(Na Koreia do Sul)

Hellobike registra aumento de 30% em número de viagens mês a mês.

(Na China)

Um estudo da McKinsey, revela que esse mercado deve voltar com força após a pandemia, à medida que a percepção das pessoas começa a mudar em relação à segurança de cada meio de transporte.

Principais desafios

Infraestrutura de cidades

Se uma cidade não possui infraestrutura suficiente, como ciclovias, a adoção desses meios de transporte se torna difícil e até mesmo, perigoso.

Lucratividade

Apesar das empresas de micro mobilidade possuírem milhões de dólares em investimentos, muitas ainda têm dificuldade de se manter lucrativas, graças aos custos com recursos e operacional.

Regulação

Bicicletas e patinetes ainda são um conceito novo de locomoção urbana em muitas cidades pelo mundo, o que significa que não existem leis ou uma regulamentação clara sobre como esses veículos deveriam operar.

Saúde do hardware

À medida que os veículos quebram, as empresas não possuem mão de obra suficiente para concertá-las ou substituí-las em um tempo razoável, resultando no abandono e na formação de cemitérios de bicicletas e patinetes.

Clima

Em cidades com climas mais severos, como ao norte da Europa, a utilização de bicicletas e patinetes compartilháveis se torna menos segura e os acidentes aumentam, sem contar com a diminuição da demanda.

Conclusão

Empresas de micro mobilidade enfrentarão muitos desafios, assim como toda indústria emergente. Aquelas que sobreviverem se beneficiarão de um mercado multibilionário, ao oferecer soluções viáveis e mais verdes de transporte, nos centros urbanos. Embora a crise da Covid-19 tenha atrasado esse desenvolvimento, uma nova demanda por transportes individuais e abertos pode reacender essa indústria, em um futuro próximo.


Referências

CB Insights

The Micromobility Revolution: How Bikes And Scooters Are Shaking Up Urban Transport Worldwide

McKinsey

https://www.mckinsey.com.br/our-insights/blog-made-in-brazil/a-mobilidade-em-2030

https://www.mckinsey.com/industries/automotive-and-assembly/our-insights/the-future-of-micromobility-ridership-and-revenue-after-a-crisis

Food Services: A retomada pós pandemia

Como anda o setor de food service após o início da pandemia? Bares e restaurantes estiveram entre os mais afetados pelo isolamento resultante da pandemia, e agora, muitos tentam se adaptar com novas formas de operar. Porém, nem todos conseguiram.

Veja quais foram os efeitos da pandemia sobre esse setor e que medidas alguns negócios estão tomando para lidar com essa crise!

 

Food Services: A retomada pós pandemia

Um dos primeiros setores econômicos a sentir os impactos da crise foi o de food service. Com uma queda vertiginosa no faturamento, diversos negócios fecharam estabelecimentos permanentemente ou demitiram um grande contingente de funcionários. Nesse cenário, o setor é obrigado a adotar novas soluções para se recuperar.

Efeitos da Pandemia

De 1 milhão de estabelecimentos no Brasil 30% fecharam as portas

– 2 milhões de empregos no setor

40% de queda no faturamento

Movimentação em 2018 Movimentação em 2020

R$ 176 bilhões R$ 129 bilhões

Restaurantes voltados para classes A e B – Queda de 65% nas vendas

Restaurantes voltados para classes C e D – Queda de 20% nas vendas

Recuperação do Mercado

Metade dos estabelecimentos já conseguiram alguma linha de crédito

73% dos estabelecimentos já abriram as portas

(de acordo com pesquisa da Abrasel)

Adaptações

Novo foco dos estabelecimentos:

Conveniência Segurança

Higiene

40% de estabelecimentos adotaram um sistema de delivery próprio ou pretendem adotar

31% de estabelecimentos têm ou pretende ter a empresa cadastrada em aplicativos de delivery de terceiros

30% de estabelecimentos já implementou ou pretende implementar dark kitchens (cozinhas voltadas 100% ao delivery)

Retomada e digitalização

O setor de food service no Brasil é muito robusto e sua recuperação já é clara, porém, algumas mudanças provavelmente vieram para ficar. A necessidade do isolamento, que prejudicou muitos negócios, fez com que as iniciativas de digitalização e delivery emergissem mais rápido, além de novas tendências, como as dark kitchens.


Referências

Abrasel

https://abrasel.com.br/noticias/noticias/restaurantes-tem-faturamento-40-menor-que-em-2019/?utm_source=The+Shift+Newsletter&utm_campaign=c51e8b099b-THE_SHIFT_ED_2020_11_10&utm_medium=email&utm_term=0_7f93052ef8-c51e8b099b-403417060

https://abrasel.com.br/noticias/noticias/restaurantes-se-recuperam-mais-rapido-no-brasil-do-que-na-america-latina-e-na-europa/?utm_source=The+Shift+Newsletter&utm_campaign=c51e8b099b-THE_SHIFT_ED_2020_11_10&utm_medium=email&utm_term=0_7f93052ef8-c51e8b099b-403417060

SEBRAE

https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/alternativas-para-bares-restaurantes-e-afins-em-tempos-de-crise,f18eee1b30d11710VgnVCM1000004c00210aRCRD?utm_source=The+Shift+Newsletter&utm_campaign=c51e8b099b-THE_SHIFT_ED_2020_11_10&utm_medium=email&utm_term=0_7f93052ef8-c51e8b099b-403417060

Deloitte

https://www2.deloitte.com/us/en/pages/consumer-business/articles/restaurant-future-survey-technology-customer-experience.html?utm_source=The+Shift+Newsletter&utm_campaign=c51e8b099b-THE_SHIFT_ED_2020_11_10&utm_medium=email&utm_term=0_7f93052ef8-c51e8b099b-403417060

Galunion

https://galunion.com.br/materiais-e-estudos-de-mercado-foodservice/

Shopstreaming: O novo modelo de e-commerce

Você já conhece o shopstreaming? Esse novo modelo de e-commerce já faz sucesso na china há algum tempo e agora, por causa da pandemia, tem achado muito espaço nos mercados ocidentais.

Entenda mais sobre o que é o modelo de shopstreaming em nosso infográfico!

   

Shopstreaming: O novo modelo de e-commerce

Para se adaptar à nova realidade de pouca circulação nas ruas e muita na web, as marcas precisaram achar uma forma de atrair mais clientes para suas plataformas digitais, e o shopstreaming tem se mostrado uma boa alternativa. Ao combinar a praticidade do e-commerce ao entretenimento das lives, o modelo oferece uma nova experiência de compra.

Como vai o e-commerce?

As vendas on-line já vinham crescendo no país, mas com o isolamento social, esse processo foi impulsionado.

Vendas on-line subiram 47% no primeiro semestre de 2020

+ 90,8 milhões de pedidos

+ 38,8 bilhões de reais

Aumento do ticket médio das compras

R$ 404 ———> R$ 427

+ 150.000 lojas on-line

+ 7,3 milhões de novos compradores

Setores que mais se destacam

Farmácias supermercados

Crescimento das lives na pandemia

Tempo assistido de lives no YouTube – ^ 19%

Tempo assistido de lives no Twitch – ^ 16%

Número de views em lives do Facebook – ^ 37%

3,5 bilhões de minutos de conteúdo por dia

(apenas no YouTube)

Audiência de lives é de 10 a 20 veze maior do que a dos vídeos gravados.

O berço do shopstreaming

Consumidores chineses afirmam não possuir um objetivo de compra claro nas lives, mas compram como forma de entretenimento.

Maiores e menores graus de satisfação no modelo de compra:

Maior: Praticidade nas formas de pagamento.

Menor: Comunicação confusa e pouco explicativa sobre produtos/Propaganda enganosa.

Estimativa de faturamento do modelo em 2020

^ 111% em relação a 2019 (na China)

Comerciantes usando shopstreaming pela primeira vez:

^ 719% – Entre janeiro e fevereiro

(dados da plataforma Taobao, Alibaba´s)

Empresas que já adotaram o formato no Brasil

B2W Chilli Beans Riachuelo Dengo

“Comprar de maneira nativa, com poucos cliques, o produto que sua celebridade favorita está usando ou indicando vai se tornar prática corriqueira. Misturar rede social, consumo de conteúdo e comércio eletrônico é o próximo passo que as empresas precisam dar no Brasil.”

Rapha Avellar, Fundador e CEO da Avellar Media

Esse modelo veio para ficar?

Relacionar o processo de compra com praticidade e entretenimento já era uma tendência no mercado, mas agora, com a circulação nas ruas e pontos de venda limitados, o e-commerce vinculado às lives ganha cada vez mais destaque. Ao invés de apenas assistir a shows, os clientes poderão, por exemplo, se interessar por uma roupa ou maquiagem usada por sua cantora favorita e comprar imediatamente com um QR code ou link disponível na tela.


Referências

MIT Technology Review Brasil

https://mittechreview.com.br/o-fenomeno-do-shopstreaming/

Ebit/Nielsen

https://reports.ebit.com.br/webshoppers

Tubular labs

https://tubularlabs.com/research-guides/covid_19-know-what-the-world-is-watching-rise-of-live/

iimedia

https://www.iimedia.cn/c400/68945.html

China Consumers Association

http://cca.cn/zxsd/detail/29532.html

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